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ECONOMIA LOCAL

 

A economia da aldeia fundamenta-se, essencialmente, no sector agrícola. Sector que aqui foi incrementado pelos romanos, aquando da sua passagem por estas terras. Para além da prática desta actividade, evidencia-se ainda algum comércio e serviços.

AGRICULTURA

A prática da agricultura foi sempre encarada sob duas formas: A subsistência da população e, como modo de vida (obtenção de lucro).

 

"Ti Filipe"

Dada a localização geográfica da aldeia, a maioria dos terrenos de cultivo são de reduzidas dimensões (minifúndios). Por tal razão, eram aproveitados para o cultivo de alimentos, como vegetais, essenciais à alimentação humana e animal. Os instrumentos agrícolas utilizados eram rudimentares, tais como a enxada, foice e arado. Eram, ainda, utilizados animais para amanhar as terras, como o burro e a junta de vacas.

 

"Ti Filipe" e a sua junta de vacas

Os terrenos de maior dimensão eram aproveitados para a prática da agricultura comercial visando a obtenção de lucro, nomeadamente, no cultivo de cereais, tal como o trigo, o milho e a aveia. A utilização de maquinaria, designadamente, o tractor agrícola e suas alfaias, permitia elevados índices de produtividade.

 

"Ti Zé Maria Varanda"

A pastorícia também teve o seu papel de destaque neste tipo de agricultura. A criação e obtenção de carne e leite foram práticas associadas também à obtenção de lucro.

 

Década de 1980

Ao longo dos tempos, a agricultura da região tem vindo a sofrer um processo de modernização, ao abrigo de programas específicos para o desenvolvimento do sector, que passa pela electrificação das explorações agrícolas, construção de caminhos e sistemas de regadio.

Por essa razão, nestes últimos tempos, as melhores e vastas propriedades têm sido aproveitadas para a plantação de pomares de fruto mais rentáveis, tais como o pessegueiro e cerejeiras.

 

Portado de acesso a um dos pomares de fruta - Ano de 1985

 Flor de Cerejeira - Abril de 2010

 

COMÉRCIO E SERVIÇOS

Ao longo do tempo, a população sempre teve uma ralação muito próxima ao comércio tradicional da aldeia. Actualmente, existem três mini-mercados onde é possível obter todo o tipo de produto alimentar e não alimentar. Existe um talho que dispõe de uma variedade de carne e enchidos. Os quatro cafés da aldeia proporcionam um ponto de encontro e convívio entre os habitantes.

Num contexto de população, maioritariamente envelhecida, a farmácia Gardunha torna-se fulcral na disponibilidade diária de medicamentos necessários ao bem-estar desta classe etária tão vulnerável.

Associada à construção e reparação de estruturas e edifícios, estão disponíveis quatro empresários de construção civil que disponibilizam uma excelente solução para o ramo. A única serralharia civil existente oferece uma panóplia de soluções nessa área.

Subsiste uma loja de produtos agrícolas que coloca ao dispor uma vasta variedade de produtos, desde adubos e sementes, a instrumentos agrícolas, rações para animais, etc. Ainda no ramo agrícola, as três explorações existentes, comprovam a sua qualidade no seu produto final, nomeadamente, pecuário e frutícola.

Para os visitantes e que queiram pernoitar, encontra-se ao dispor um espaço acolhedor, o Hotel Gardunha - Turismo Rural.

O serviço de mobilidade dos que mais precisam, está a cargo dos três taxis existentes na aldeia.

Existe ainda, a representação de duas agências funerárias.

 

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